Page 33 - Boletim 2025 - ELF
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A clínica pulsional do bebê, autismo e psicose no
tempo da infância
Nosso trabalho de investigação pretende ter como direção o
inconsciente e a presença do analista no autismo e na psicose no tempo
da infância. O que a clínica nos ensina sobre a diferença entre a posição
subjetiva que defi ne o autismo – decorrente de uma detenção na linguagem,
e a estruturação de uma psicose na criança? Partindo do pressuposto
de que autismo e psicose não são uma mesma “estrutura”, o que muda
no manejo da presença do analista na clínica? Parafraseando Lacan no
seminário As psicoses, em que propõe que o analista é o secretário do
alienado, propomos que na clínica do autismo o analista é o secretário
do não-alienado.
Inês Catão
Início: 2 de março.
Primeira segunda-feira de cada mês às 20h (mensal)
Exclusivamente por Zoom.
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