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A clínica pulsional do bebê, autismo e psicose no
                                tempo da infância


                  Nosso  trabalho  de  investigação  pretende  ter  como  direção  o
            inconsciente e a presença do analista no autismo e na psicose no tempo
            da infância. O que a clínica nos ensina sobre a diferença entre a posição
            subjetiva que defi ne o autismo – decorrente de uma detenção na linguagem,
            e a estruturação de uma psicose na criança? Partindo do pressuposto
            de que autismo e psicose não são uma mesma “estrutura”, o que muda
            no manejo da presença do analista na clínica? Parafraseando Lacan no
            seminário As psicoses, em que propõe que o analista é o secretário do
            alienado, propomos que na clínica do autismo o analista é o secretário
            do não-alienado.




































            Inês Catão
            Início: 2 de março.
            Primeira segunda-feira de cada mês às 20h (mensal)
            Exclusivamente por Zoom.



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